Vale assinar a HBO Max, nova plataforma de streaming?


Meryl Streep e Lucas Hedges em Let Them All Talk


A HBO Max chegou ao Brasil na última terça (29) e é mais um serviço de streaming que temos à disposição. Você vai me perguntar: vale a pena assinar? E eu respondo: sim! Dei uma boa garimpada no acervo e tem desde novidades até clássicos. A plataforma está muito bem dividida e é fácil de navegar.


O preço? Custa R$ 19,99 por mês para o plano Mobile, que contempla smartphones e tablets. O Multitelas custa R$ 27,90 e dá acesso a três usuários simultaneamente, cinco perfis, download de conteúdos e serve para as smart tvs (Samsung e LG), que é o meu caso (me recuso a ver filmes ou séries em celular). Detalhe bacanérrimo: até 30 de JULHO, o Mobile vai custar R$ 9,95. O Multitelas sai por R$ 13,95. É um desconto de 50% no plano mensal, enquanto mantiver sua assinatura vigente, seja por meses ou por anos.


Quem já assinava HBO GO, que foi descontinuada, fique tranquilo: haverá mais conteúdo e pelo preço (menor) da HBO Max. Quem assina a HBO pelas operadoras Claro, Tim, Vivo e Oi, não terá custo adicional para ter HBO Max. Basta entrar no site da HBO Max, escolher a sua operadora e colocar seus dados de assinante.


O acervo é bom? Fiquei perdido entre tantas novidades e filmes antigos. Me deu a impressão que estava numa videolocadora muito bem organizada, já que a separação também é por gênero (drama, comédia, suspense etc) e o cartaz dos títulos é bem maior do que a das outras plataformas (pelo menos na smart tv).


Tem novidades? Por enquanto, os lançamentos de cinema, que vão chegar à HBO Max 35 dias depois da estreia nas salas, ainda não estão disponíveis, como Godzilla vs. Kong e Judas e o Messias Negro. Mas tem Mulher-Maravilha 1984 e Scooby-Doo, além da versão de Zack Snyder para Liga da Justiça.


O catálogo de séries da HBO marca presença com os emblemáticos Game of Thrones, Sex and the City e The Sopranos e os novos queridinhos Mare of Easttown, I May Destroy You e Euphoria, entre tantas outras.


A seção de clássicos está ótima porque reúne o acervo da Warner. Só alguns títulos para te deixar com água na boca: Casablanca, O Mágico de Oz, A Streetcar Named Desire (Um Bonde Chamado), Disque M para Matar, Laranja Mecânica e por aí vai.


O maior diferencial está nas produções originais da HBO Max. Já vi o Friends Reunion e comecei a assistir à série inglesa It'a a Sin. Já estão disponíveis as séries Love Life (com Anna Kendrick) e a espanhola Veneno (sobre a trans La Veneno), além de The Flight Attendant (com Kaley Cuoco) e Raised by Wolves. Entre os filmes, quero ver Let Them All Talk (Meryl Streep), Confinamento (Anne Hathaway) e An American Pickle (Seth Rogen) e um novo documentário sobre Robin Williams (Robin's Wish).


O conteúdo da DC também pode ser encontrado separadamente, com Coringa (amo!), todos os filmes do Superman e do Batman até o fiasco Lanterna Verde. As crianças não ficaram de fora e tem os ícones do Cartoon, como Ben 10, Ugly Dolls, Jovens Titãs em Ação e Dexter. Desenhos da minha época também reforçam o catálogo infantil com Os Jetsons, Os Flintstones e Looney Tunes (e o Pernalonga!).


Mais novidades chegam em breve, como Gossip Girl (8 de julho) e The White Lotus (11 de julho).


Além de aguardar os lançamentos de cinema, como Em um Bairro de Nova York e Mortal Kombat, espero, ansiosamente, pelo documentário sobre Tina Turner, que não ainda não está disponível, embora tenha sido lançado em março nos Estados Unidos e Canadá.


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