There Is No I in Threesome: é viável o amor poligâmico?


Foto apenas promocional do documentário: Jan, Zoe e Tom


Instigante, ousado, original e, ao desfecho, surpreendente. Foi o que achei de There Is No I in Threesome, que está na HBO Max e, numa tradução livre, seria algo como "não existe EU num relacionamento a três". E é sobre isso que aborda o documentário, com uma transparência ímpar.


Jan e Zoe moram na Nova Zelândia e fazem planos para o casamento. Nos doze meses que antecedem a festa, vão, porém, viver um relacionamento aberto. Podem transar com qualquer um(a), desde que não haja amor - só sexo!


Zoe é atriz e sai da provinciana Dunedin para Auckland na intenção de fazer um teste para uma peça de teatro. Solitário, o fotógrafo Jan aproveita para encontrar rapazes, já que se assume como bissexual.


Durante os ensaios da peça, Zoe se envolve (além do previsto) com Tom, o diretor do espetáculo. E Jan, em contrapartida, começa a se interessar por uma mulher tão fascinante quanto sua namorada. Onde será que isso vai dar?


Pode ser que você, assim como os protagonistas, também se sinta traído ao final dessa história de amor. Mas não vou explicar o motivo.


Além dos adjetivos que lancei no início do texto, There Is No I in Threesome abre uma oportuna reflexão sobre as relações poligâmicas. Sem moralismos, defesa ou ataque aos amores plurais, o filme se debruça nas paixões de Jan - seja pelas pessoas ou por fazer cinema além do convencional.



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