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The White Lotus 2: vai indo muito bem, até que...


Os casais de amigos bilionários: chegada ao hotel


A primeira temporada de The White Lotus foi um espetáculo: uma ácida crítica social em meio a uma trama de suspense envolvendo uma morte. Era, portanto, uma tarefa difícil para o criador Mike White superar uma história tão bem amarrada. Gostei da segunda temporada, mas tive uma certa frustração com seu desfecho.


O que eu gosto em The White Lotus é que, embora seja uma série, a trama se fecha, os personagens e o hotel ou resort são outros. O Havaí da primeira temporada dá lugar à ensolarada Sicília com seu chiquérrimo hotel nas encostas e à beira-mar.


A única personagem que retorna é Tanya (Jennifer Coolidge), a bilionária mimada que casou e está acompanhada de uma "babá". Completam o time de hóspedes uma família composta de avô, pai e filho e dois casais de amigos. Desde a primeira cena, sabemos que um corpo foi encontrado no mar. Quem morreu e como morreu?


Os diálogos e as situações criadas por Mike White são brilhantes. É impossível não se envolver com histórias imprevisíveis - das traições conjugais às crises existenciais. Se antes os bilionários americanos faziam gato e sapato dos nativos do Havaí, desta vez são duas garotas de programa italianas que vão bagunçar a vida dos ricaços.


Se Mike White acerta novamente em sua cínica crítica à elite americana, o mesmo não dá para dizer da conclusão do mistério em torno do cadáver encontrado no mar. Não vou dar spoilers, mas não é difícil matar a charada.





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