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Orgulho & Sedução: uma celebração ao amor gay


O elenco de asiáticos e negros: diversidade


Fire Island foi traduzido no Brasil para Orgulho & Sedução, mas acho que Orgulho e Preconceito faz até mais sentido, justamente porque é, sim, uma versão LGBT do romance de Jane Austen. O filme está no Star+ e é uma celebração ao amor gay.


A ilha do titulo americano é o destino de verão preferido dos homossexuais de Nova York. E é para lá que ruma, para passar uma semana, o grupo liderado por Noah (Joel Kim Booster) e Howie (Bowen Yang). Eles são inseparáveis, mas totalmente opostos em relação a sexo. Noah é bem resolvido quanto à sua solteirice a transa sem compromisso. Howie, ao contrário, é romântico e vive à procura de um namorado. A intenção de Noah é arranjar um boyfriend para o amigo.


Ambos terão flertes pela frente. Enquanto Howie se encanta por um pediatra gatinho, Noah entra em atritos com o arrogante advogado Will (Conrad Ricamora), numa relação de cão e gato parecida com a de Mr. Darcy e Elizabeth Bennet, os protagonistas do romance Orgulho e Preconceito.


Eu gosto mais da palavra preconceito no título porque o roteiro explora a antipatia que os personagens ricos e esnobes têm contra os pobretões da turma de Noah. Além de um registro fiel de parte da comunidade gay nova-iorquina, que têm modelos com corpos esculpidos em academias, a história me convenceu do ponto de vista romântico. Encontrar um bom filme com final feliz entre homossexuais é artigo raro - e Orgulho & Sedução cumpre bem o papel.


Além disso, a diversidade do elenco é outro ponto muito positivo. Só há um personagem branco importante (o médico). Os demais são negros ou asiáticos, caso dos atores Joel Kim Booster (também roteirista do filme), nascido na Coreia do Sul, e de Conrad Ricamora, filho de um filipino.





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