O novo Homem-Aranha: tudo o que o fã sempre desejou


O Homem-Aranha em ação: ótimas cenas de ação e ritmo que não cai (foto: divulgação)


Será muito difícil alguém sair frustrado da sessão de Homem-Aranha - Sem Volta para Casa, em cartaz nos cinemas. O filme tem tudo o que o fã quer: ação, emoção, nostalgia e brilho! Na sessão para a imprensa, ouvi aplausos e gritinhos - e o mesmo deve ocorrer nas exibições para o público.


Não vou entregar o ouro e me limitar aos primeiros minutos do filme que começa, exatamente, onde terminou Homem-Aranha - Longe de Casa (2019). A identidade do herói foi descoberta e a vida de Peter Parker (Tom Holland) virou um caos. O fato acabou respingando em sua namorada, MJ (Zendaya), e no melhor amigo, Ben (Jacob Batalon). Os três queriam ingressar no MIT, de Boston, mas foram recusados.


Parker, então, vai pedir ajuda ao Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que pode, por meio de um feitiço, voltar a história no tempo. O filme acabaria aí se tudo desse certo. Só que não. Algo dá errado e vários vilões retornam, como o Duende Verde (Willem Dafoe) e o Doutor Octopus (Alfred Molina), que apareceram, respectivamente, em Homem-Aranha (2002) e Homem-Aranha 2 (2004).


Por essa e outras referências, é preciso ter repertório para acompanhar e entender as piadinhas internas do novo Homem-Aranha. Não precisa rever os anteriores - basta lembrar.


O roteiro é muito feliz em abraçar o saudosismo e humanizar o personagem mais simpático das HQs - e que Tom Holland, cada vez melhor, interpreta com uma alegria ímpar. Há cenas de ação bacanas, o ritmo não cai nas duas horas e meia e o clímax, no topo da Estátua da Liberdade, é um misto de alegria com tristeza porque a gente prevê que tudo tem um fim. E que fim!



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