Falando de Fé: não é cinema, é um culto evangélico


A reunião dos jovens: roteiro raso, atores fracos


Eu gosto de filmes sobre milagres e religiosidade, mas quando bem embasados. Segundo a sinopse do Amazon Prime Video, o drama Falando de Fé é a história de um jovem que questiona sua fé. Achei interessante a premissa, mas quebrei a cara.


Tudo é muito simples, quase banal. Jake (Scott Hennelly) foi batizado na igreja evangélica Bright Horizons e, dias depois, recebe a visita de um colega. Ele quer que Jake integre um grupo de jovens e saia de Wisconsin, durante o verão, para fazer um curso de evangelização, em Chicago.


O roteiro é apenas isso: reuniões para falar sobre a a Bíblia e o cotidiano de Jake abordando pessoas nas ruas para responder uma pesquisa sobre religião e, assim, convencer os futuros fieis a ingressar na Bright Horizons.


Os conflitos são muito rasos. O "questionamento da fé" de Jake se dá quando ele pensa ter conquistado um fiel, mas, depois, descobre que o sujeito voltou à vida "desregrada" de antes.


Esse tipo de filme é feito para um público específico. Nada contra, mas não é o meu perfil. Trata-se de uma pregação evangélica para evangélicos. Tem atores fracos e situações mal desenvolvidas. Não é cinema, é culto.



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