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BAC Nord: a ação de policiais corruptos na França


Civil e Gilles Lellouche: policiais de Marselha


A cerimônia do César (o Oscar francês) será no dia 25 de fevereiro e BAC Nord - Sob Pressão, da Netflix, concorre a sete prêmios, incluindo categorias nobres como melhor filme, direção (Cédric Jimenez), ator (Gilles Lellouche) e ator coadjuvante (François Civil e Karim Leklou). É curioso que um filme de ação e popular esteja numa premiação voltada aos dramas e a trabalhos mais autorais.


O BAC do título é a sigla de Brigade Anti-criminalité, força-tarefa policial da França especializada em combater o crime. Nord se refere à região norte de Marselha, onde atua o trio de colegas Greg (Lellouche), Antoine (Civil) e Yass (Leklou). A história é inspirado em caso real, ocorrido em 2012.


Os policiais tentam penetrar nas zonas comandadas pelo tráfico, mas também vivem da corrupção. Talvez o mais encrencado do trio seja Antoine, que tem uma traficante como informante e, para ter as respostas que deseja, usa as drogas confiscadas como mercadoria de troca.


O diretor comanda muito bem a ação e desenvolve a contento a personalidade dos três personagens principais. O ápice de BAC Nord se dá quando um grupo de policiais prepara a invasão a um edifício dominado pelos traficantes - e a operação não toma o rumo esperado.


BAC Nord é um bom filme policial, mas não vi motivos para tantas indicações ao César - Lellouche, numa atuação enérgica e pulsante, é a maior atração.





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