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A Caçada: é matar ou morrer, sem concessões


Betty Gilpin: a heroína que quer descobrir quem está por trás das matanças


A Caçada, disponível na Netflix, me lembrou um episódio da série Black Mirror. Tem algo de fantasioso, mas, nas entrelinhas, surgem uma ácida crítica e uma reflexão sobre preconceito, negacionismo e cultura do cancelamento.


A produção é da Blumhouse, do hit Corra!, que está revitalizando o terror e a ação no cinema. Na trama, sobreviventes de um acidente aéreo acordam amordaçados num campo. Eles, então, notam que têm armas à disposição para se defender de... caçadores humanos (!).


Gosto do roteiro que, sem concessões, tira de cena atores famosos logo nos primeiros minutos. A heroína da história é Crystal (Betty Gilpin), que, entre tiros disparados em sua direção, tenta descobrir o motivo das matanças e quem são os responsáveis pelo extermínio.





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