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Uma Bela Manhã: a finitude e os recomeços da vida

A atriz Léa Seydoux e o pai: à procura de um asilo


Tem vezes que a gente precisa ver filmes tristes para tomar um choque de realidade. Foi o que aconteceu comigo assistindo ao drama francês Uma Bela Manhã, que está na HBO Max.


A ótima Léa Seydoux é uma viúva que mora em Paris, tem uma filha pequena e trabalha como tradutora. O pai dela está com uma doença neurodegenerativa que o deixou cego e com movimentos limitados e precisa ser transferido para um asilo.


Ao mesmo tempo, ela acaba reencontrando com um amigo de seu marido. Rola um clima, uma atração, mas ele é casado.


São dois ou mais problemas que ela tem para resolver numa história que deixa o coração apertado, mas mostra que a vida pode ter, lado a lado, sua finitude e seus recomeços.



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