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O Domingo das Mães: promete, mas não cumpre


Colin Firth e Odessa Young: patrão e empregada


É bom desconfiar quando um filme, com elenco de peso, ficou inédito nos cinemas e foi lançado diretamente no streaming. Deve ter algo errado. E é o que ocorre com O Domingo das Mães, que estreou nas plataformas de aluguel, como o NOW.


Nem com Colin Firth e Olivia Colman, o filme decola. A recriação de 1924 e a ambientação bucólica do campo inglês emolduram uma premissa instigante. Criada de um casal de aristocratas (Firth e Olivia), a jovem órfã Jane (Odessa Young) se interessa por literatura e, às escondidas, é amante de Paul (Josh O'Connor), o filho de amigos de seus patrões. Lá pelas tantas, vamos saber que Paul está noivo de uma moça de sua mesma classe social.


O Domingo das Mães é um genérico de época, já que não se aprofunda em nada: no romance proibido, na estrutura social, nas relações familiares. A segunda parte ainda confunde com um vaivém do tempo. O elenco, contudo, segura as pontas, sobretudo Josh O'Connor, mais lembrando como o Príncipe Charles da série The Crown.





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