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O Assassino da Minha Filha: pai e herói em busca da verdade


Kalinka, a garota que morreu aos 15 anos


Eu já escrevi no post de A Garota da Foto que a Netflix está se especializando (e muito bem) em documentários de true crime. E agora chega à plataforma um de origem francesa, igualmente arrasador e chocante: O Assassino da Minha Filha.


Em 1982, a garota Kalinka Bamberski, de 15 anos, morreu sufocada. Kalinka morava com a mãe francesa, os irmãos e o padrasto, o renomado doutor alemão Deiter Krombach, na cidade de Lindau, no lago de Constança, na Alemanha.


O pai da vítima vivia na França e não se conformou com o laudo da autópsia. Por marcas encontradas no corpo da filha, tinha quase certeza de que ela havia sido morta pelo padrasto.


Andre Bamberski, o pai, é o grande herói do documentário, um homem que batalhou mais de três décadas para que a justiça fosse feita. Acompanhar sua jornada, ora frustrante, ora perigosa, é o que move um registro que mostra, igualmente, o outro lado da moeda, como as entrevistas com os advogados de Krombach.




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