Modern Love 2: um ranking do melhor ao pior episódio


Lucy Boynton e Kit Harington: o casal que tem mais química na segunda temporada de Modern Love


A primeira temporada de Modern Love, lançada em 2019 pelo Amazon Prime Video, tinha dois episódios extraordinários: um com Anne Hathaway interpretando uma advogada bipolar e outro sobre um criador de app de paquera (papel de Dev Patel). Todos os capítulos eram ambientados em Nova York e extraídos de artigos do jornal The New York Times. Embora irregular, a série me agradou.


O mesmo não ocorreu com a segunda temporada, bem mais morna e com histórias divididas entre Estados Unidos, Inglaterra e Irlanda. O resultado me deu a impressão de algo feito às pressas e sem o mesmo cuidado de antes. Será que faltam boas histórias de amor para serem contadas? Para fugir do lugar-comum, decidi fazer um ranking do melhor ao pior episódio - na minha opinião.


Episódio 6 – É a trama mais romântica, verdadeira e com um desfecho que comove sem apelações. Anna Paquin (de True Blood) dá um fora no marido infiel e, mãe de um bebê, fica amiga do ex-marido da amante dele.


Episódio 3 – Num trem que parte em direção a Dublin, pouco antes do lockdown na pandemia, os personagens de Kit Harington e Lucy Boynton percebem que, embora estranhos um ao outro, têm muitas afinidades. O casal tem química, os diálogos são genuínos e paira no ar um romantismo na linha nostálgica de Sintonia de Amor.


Episódio 1 – Fiquei emocionado com a história da médica inglesa (Minnie Driver) que, mesmo com um carro caindo aos pedaços, reluta em vendê-lo. É um tipo de amor que não é difícil encontrar alguém que viveu algo parecido.


Episódio 8Sophie Okonedo e Tobias Menzies são tão bons que conseguem amenizar os clichês do dramalhão. Seus personagens estão divorciados, mas mantém uma cordialidade por causa das duas filhas. Aos poucos, o amor renasce.


Episódio 2 – Ela só consegue "funcionar" à noite e trabalha numa boate. Ele é professor e leciona durante o dia. O ponto de partida é interessante, mas o amor carece de profundidade.


Episódio 4 – Uma comediante de stand-up relembra que foi apaixonada, desde criança, por seu amiguinho de uma escola em Nova York. Um amor platônico com ares realistas, mas com dois protagonistas pouco apaixonantes.


Episódio 5 – Uma adolescente fica fazendo testes para saber se é hétero ou gay, já que tem interesse numa colega do high school. O primeiro amor captado de uma forma muito aborrecida.


Episódio 7 – É quase torturante acompanhar a história de um gay que, com seu novo namorado, vê à distância, numa rua de Nova York, um ex com quem passou por um drama. O vaivém do romance entre eles atrapalha a narrativa, que ainda traz um superficial caso de amor.



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