Eu Sou Ingrid Bergman: uma vida de sucessos e traições


A atriz tinha o hábito de registrar o cotidiano


Em 2011, Isabella Rossellini deu a ideia para o diretor Stig Björkman de realizar um documentário sobre sua mãe, a atriz Ingrid Bergman (1915-1982). Ela queria que fosse um filme em primeira pessoa: Ingrid tinha o hábito de fazer registros domésticos, inclusive de sua lua-de-mel, na década de 30. Os quatro filhos da estrela deram carta branca e concederam entrevistas. Eu Sou Ingrid Bergman, lançado em 2015 e disponível na MUBI e no Looke, é um primor.


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Por mais que seja uma “biografia autorizada”, o longa-metragem, além de riquíssimo em detalhes, traz passagens polêmicas, como as traições conjugais de Ingrid. A narração é da atriz, também sueca, Alicia Vikander, que lê textos de cartas e diários deixados por Ingrid.


Sua história de vida pessoal é conturbada. Após deixar o marido e a pequena filha na Suécia para seguir carreira em Hollywood, Ingrid teve um caso com o fotógrafo húngaro Robert Capa. Ela ainda teve um romance com o cineasta italiano Roberto Rossellini, que ganhou a mídia. A atriz, infiel aos olhos da opinião pública, foi massacrada pela imprensa.


Na carreira, obteve grandes sucessos e ganhou três Oscars por À Meia-Luz (1944), Anastacia, a Princesa Esquecida (1956) e Assassinato no Expresso Oriente (1974). Outros trabalhos, porém, a tornaram uma estrela, como em Casablanca, Por Quem os Sinos Dobram e Interlúdio.



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