As Espiãs de Churchill: dá para esquecer depois que termina


Uma das espiãs: na França ocupada pelos nazistas


Acho que fui com muita sede ao pote ver As Espiãs de Churchill, na Netflix, porque gosto muito de filmes ambientados na Segunda Guerra Mundial. Mas o filme não era bem o que eu esperava.


A premissa é interessante e inspirada em caso real. No início da Segunda Guerra, Churchill, o primeiro-ministro britânico (que nem aparece), manda recrutar mulheres para serem espiãs na França ocupada pelos nazistas.


As escolhidas não são especialistas no assunto, mas aceitam a missão. A primeira a partir é a americana Virginia Hall (Sarah Megan Thomas) e, algum tempo depois, desembarca por lá a muçulmana e telégrafa Noor (Radhika Atpe).


O filme tem uma recriação de época modesta e o roteiro não desenvolve a contento o trabalho das protagonistas nem qual a ligação que elas têm com os aliados. A diretora americana Lydia Dean Pilcher, em seu segundo longa-metragem, usa duas horas para tentar passar um clima de tensão e perigos - mas nem isso consegue.



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