1917: imersão na Primeira Guerra como nunca se viu


George MacKay: missão difícil em 1917


Eu amo filmes com plano-sequência. Posso citar alguns dos meus favoritos: Arca Russa, Birdman e Gravidade (a abertura). E, por mais que não seja em uma única tomada, 1917, disponível no Amazon Prime Video, faz a gente acreditar que é um plano-sequência. Essa, ao menos, foi a intenção do diretor Sam Mendes: jogar o espectador numa imersão na Primeira Guerra Mundial.


Com dez indicações ao Oscar em 2020, 1917 faturou três estatuetas: efeitos visuais, fotografia e mixagem de som. Sam Mendes se inspirou nas histórias que seu avô lhe contava e, por isso, não há muitos detalhes históricos. Sabemos que o ano é 1917 e que os ingleses estão em território francês lutando contra os alemães.


Um soldado recebe a ordem de atravessar as linhas inimigas e chegar até um batalhão de aliados. Seu objetivo é fazer um alerta para que um ataque contra os inimigos seja suspenso. Schofield (George MacKay) vai acompanhá-lo na perigosa missão.


A partir daí, tudo é tecnicamente calculado com um resultado primoroso. A câmera colada nos dois protagonistas passa por trincheiras e observa a destruição causada pela guerra.



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