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X - A Marca da Morte: ideia boa e vilão questionável


Mia Goth: atriz pornô em X - A Marca da Morte


X - A Marca da Morte, disponível no Amazon Prime Video, foi elogiado pela crítica e tido como um dos melhores filmes de terror de 2022. Ele revelou o diretor Ti West, da série Them, que, também no ano passado, realizou Pearl, o segundo filme com a mesma personagem de X, que vai estrear no Brasil em fevereiro.


Ti West tem o dom e o domínio de prestar uma homenagem dupla: aos pornôs do fim dos anos 70 (ainda no início da indústria) e aos filmes de terror da mesma década, como o icônico O Massacre da Serra Elétrica. Sua realização recorre à fotografia granulada, ao slasher (filmes sanguinolentos e de baixo orçamento) e às atuações que, propositalmente, beiram a canastrice. É, sem dúvida, um diretor cinéfilo, que aprendeu com os muitos filmes que viu.


Acho o início bastante promissor, com clima de tensão crescente e referências cinematográficas. Na história, que se passa em 1979, três casais alugam a casa de um fazendeiro, no interior do Texas, para fazer um filme pornográfico caseiro. A partir daí, o roteiro já não me agradou tanto.


Enquanto filme de terror, é um déjà-vu. Você pode até adivinhar, exatamente, a ordem em que os personagens vão morrer. Para piorar, acho muito questionável a escolha do vilão (ou vilões). Não vou entrar em detalhes para não dar spoiler, mas achei a ideia de mau gosto e com uma caracterização grosseira. Espero que Pearl seja melhor.




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