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Tenho Sonhos Elétricos: raro filme da Costa Rica

Eva e o pai: uma paixão além da paternidade


Você já viu um filme da Costa Rica? Tenho Sonhos Elétricos, disponível na MUBI, representante da Costa Rica no Oscar 2024, é um trabalho simples, mas jamais menor.


Eva tem 16 anos, mora com a mãe e a irmã caçula, mas sua sintonia maior é com o pai, que se separou recentemente e vive na casa de um amigo. A garota está descobrindo os prazeres e gosta de viver entre os adultos, que fumam, bebem e declamam poesias.


Em seu primeiro longa-metragem, a diretora Valentina Maurel apresenta a realidade de uma adolescente que tem pais negligentes e incapazes de enxergar as transformações que ela passa. Ficou evidente para mim também um registro sobre o complexo de Electra, já que Eva nutre pelo pai mais do que um sentimento de paternidade.



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