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Sky Rojo: um desfecho à altura da ótima série espanhola


Wendy, Gina e Coral: velozes e furiosas (foto: divulgação Netflix) em Sky Rojo


Sky Rojo, série espanhola da Netflix, chegou ao fim na terceira temporada. Foi ótima e com bom tamanho. Adoro tramas com episódios curtos (menos de 30 minutos) e acelerada. Se for o seu caso, pode investir. Vale o aviso: a trama carrega a mão na violência visual e no humor absurdo.


Se você não começou a assistir, não siga adiante no texto. As prostitutas e heroínas Coral (Verónica Sánchez), Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado) terminaram fugindo de seu cafetão, nas Ilhas das Canárias, na segunda temporada. O trio se estabeleceu, com os milhões roubados dele, num casarão no sul da Espanha. Wendy arranjou uma doce namorada e Gina começou a ser paquerada por um professor de mergulho. Coral, escondida das amigas, continua se entupindo de drogas.


É claro que elas serão localizadas para a baderna começar. E há cenas de tapar os olhos, caso de Gina abrindo a barriga com uma gilete para parir - achei até meio sem sentido, mas, enfim...


Falta de noção e insanidades fazem parte do humor, assim como a desmedida violência. Eu curto, embarco, torço pelas protagonistas. Sky Rojo chega ao fim com sua bem-sucedida proposta de mostrar a sororidade, o empoderamento feminino e o feminismo tendo mulheres escravizadas sexualmente em busca da liberdade.





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