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Joe Bell: alerta sobre bullying e intolerância em caso real


O filho e o pai a pé nas estradas: alerta importante


Eu sei que muitos não gostam de Mark Wahlberg. Acham que é um ator só de filmes de ação e que tem pouco talento. Discordo. Wahlberg manda muito bem na comédia e também em filmes dramáticos - lembre-se que sua única indicação ao Oscar foi por Os Infiltrados, de Martin Scorsese. E mais uma prova de sua versatilidade está em Joe Bell, disponível na HBO Max.


É uma história inspirada em caso real que, além do tema importante, emociona. Em 2013, Joe Bell (Wahlberg) deu início a uma jornada insana. Saiu do Oregon em direção a Nova York numa longa e intensa caminhada. Seu filho, Jadin (Reid Miller), o acompanhou. O motivo de tanto esforço era nobre. Bell passava por cidades para avisar os estudantes o quanto seu filho sofreu bullying por ser gay. Queria alertar sobre o preconceito e a intolerância.


O entrosamento entre o pai e o filho adolescente vai da diversão ao carinho - até que o roteiro nos surpreende com uma puxada de tapete. A história também volta ao passado para mostrar como Bell reprimia os trejeitos afeminados de Jadin.


Wahlberg se despe do herói da ficção para compor um personagem verídico com intensa carga dramática. E, para finalizar, o desfecho me deixou perplexo e pensativo por um bom tempo.





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