A Última Carta de Amor: romance à moda antiga


Shailene Woodley e Callum Turner: um caso de amor em 1965 (foto: Netflix)


Não li o livro de Jojo Moyes, mas acho que dá para garantir que A Última Carta de Amor, disponível na Netflix, é uma boa adaptação de seu livro homônimo. Eu já havia visto muitas qualidades em Como Eu Era Antes de Você, também adaptado de um best-seller da escritora. São filmes românticos, à moda antiga, que preenchem uma lacuna na atual cinematografia americana.


A Última Carta de Amor se passa em duas épocas. Em 1965, Jennifer (Shailene Woodley) é casada com um empresário milionário, sofreu um acidente de carro e perdeu a memória. Corta!


Nos dias de hoje, a repórter Ellie (Felicy Jones) é escalada para fazer uma matéria e, buscando informações em antigos arquivos do jornal, encontra uma carta de amor. Nela, um homem manda uma mensagem para sua amada marcando um encontro numa estação de trem.


Parece confuso? Mas não é. Nas mãos de uma dupla de roteiristas e da diretora Augustine Frizzell, o filme flui lindamente. Passado e presente se misturam numa empolgante jornada de encontros e desencontros amorosos.


Pela ótima recriação de época, pela química do casal (Shailene e Callum Turner) e pela nostalgia, o romance de 1965 arrebata mais do que a relação que se estabelece, no tempo atual, entre Ellie e o arquivista do jornal (papel de Nabhaan Rizwan). Eles, porém, terão um papel decisivo ao final, com direito a suspiros e muita emoção.



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