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A Lenda de Candyman: o terror racial mostra sua nova força


O pintor é interpretado por Yahya Abdul-Mateen II


Não acho O Mistério de Candyman, de 1992, tão memorável para receber uma sequência trinta anos depois. Portanto, assista a A Lenda de Candyman, no Amazon Prime Video, como se fosse uma história inédita - e é o que é.


O filme começa nos anos 70 quando Candyman, o assassino que tem um gancho no lugar da mão direita, ameaça uma criança. Corta! Nos dias de hoje, Brianna (Teyonah Parris), uma curadora de arte, mora com o namorado, Anthony (Yahya Abdul-Mateen II). Ele é pintor e está numa crise artística - até que ouve falar da tal lenda de Candyman (a da década de 70) e resolve fazer uma obra sobre o tema. Não dá outra. Quando alguém fala o nome do espírito cinco vezes diante de um espelho, Candyman ressurge e faz novas vítimas.


Jordan Peele, que aqui assina como roteirista e produtor, é o grande nome da renovação do terror com os sucessos de Corra! e Nós. Seus trabalhos estão sempre ligados às questões raciais e sociais - e em Candyman não é diferente. A ótima diretora estreante Nia DaCosta e os protagonistas são negros e há um embate com brancos, seja no passado ou no presente.


A combinação do horror slasher (sanguinolento) com a crítica não funciona tão bem quanto em Corra!, mas Candyman é, sem dúvida, mais um sopro de criatividade num gênero que já estava quase enterrado por clichês.





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