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Os 15 melhores filmes que eu vi em 2025

O espanhol Sirat: primeira posição na minha lista


Eram dez, mudei para quinze, mas, mesmo assim, foi uma dificuldade escolher apenas os quinze melhores filmes de 2025. E isso quer dizer que foi um bom ano para o cinema. Para você ter uma ideia, deixei de fora títulos que eu gostei, como Valor Sentimental (nos cinemas), A Única Saída (nos cinemas), Sonhos de Trem (Netflix) e Marty Supreme (nos cinemas), mas escolhas são escolhas e, abaixo, você confere as minhas.


15 – Presença, que está Amazon Prime, tem uma realização notável num suspense sobrenatural que me arrepiou.

 

14 – Hamnet, em cartaz nos cinemas, me emocionou numa história de luto.

 

13 – Uma das minhas atuações favoritas do ano foi a de Ethan Hawke em Blue Moon, mas o filme, que está nas plataformas de aluguel, vai muito além.

 

12 – O diretor grego Yorgo Lanthimos trabalhou novamente com a dupla Jesse Plemons e Emma Stone e acertou numa ácida comédia sobre a paranoia em Bugonia, que está nas plataformas de aluguel.

 

11 – Achei que o cinema iraniano brilhou mais uma vez em 2025 e Meu Bolo Favorito, que está Reserva Imovision, foi um ótimo exemplo da safra.

 

10 – O Agente Secreto, o nosso representante no Oscar, que está mostrando a potência do cinema brasileiro no mundo. Confira nos cinemas.

 

9 – Homem com H, na Netflix, tem Jesuita Barbosa arrasando na cinebiografia de Ney Matograsso.

 

8 – E mais uma cinematografia emplacou na minha lista. Eu adorei ver Tahar Rahim como Charles Aznavour no comovente Monsieur Aznavour, disponível no Reserva Imovision.

 

7 – Dividiu opiniões, teve gente que odiou, sobretudo o desfecho, mas eu defendo com unhas e dentes o polêmico Depois da Caçada, que está no Amazon Prime Video.

 

6 – Rose Byrne brilha em Se Eu Tivesse Pernas eu Te Chutaria, uma comédia dramática que me pegou em cheio. Ainda dá tempo de ver nos cinemas.

 

5 – Uma Batalha após a Outra é o favorito para levar a maioria dos Oscars, eu vi duas vezes, gostei mais da segunda e está na HBO Max.

 

4 – Mais um iraniano nas lista, só que é o representante da França no Oscar: Foi Apenas um Acidente, em cartaz nos cinemas e em breve na MUBI.

 

3 – Também vi Pecadores duas vezes e foi melhor no cinema, sobretudo porque a realização de Ryan Coogler é excepcional.  Um inovador debate sobre o racismo num filme de época de terror.

 

2 – Nouvelle Vague, que deve chegar logo ao streaming para aluguel, é o registro ficcional do diretor americano Richard Linklater sobre o revolucionário movimento cinematográfico francês.

 

1 – Ver Sirat, que representa a Espanha do Oscar, na tela grande foi a experiência cinematográfica mais tensa e intensa que eu tive no ano passado. O filme estreia nos cinemas em 26 de fevereiro.

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© 2025 por Miguel Barbieri

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