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Cidade Invisível 2: novos personagem do folclore


A impressionante figura da Mula sem Cabeça


Entre amigos, parentes, seguidores e leitores, sabe que conheço várias pessoas que não assistem às produções brasileiras? Fico triste. O audiovisual ganhou muito com a entrada dos streamings no Brasil, com séries muito boas, como é o caso de Cidade Invisível, da Netflix.


Já fiquei empolgado com a primeira temporada, com seus personagens do folclore brasileiro. Na segunda parte, Eric (Marco Pigossi), ressurge após dois anos e quer reencontrar sua filha, que, nesse período, foi criada pela Cuca (Alessandra Negrini).


Matinta Perera e a Mula sem Cabeça são as novidades. O elenco todo é ótimo e afinado, mas o garoto paraibano Tomás de França, ganhou meu coração como o menino lobo.


Gosto também da transferência da trama do Rio de Janeiro para o Pará, estado pouco visto no audiovisual nacional, e da inclusão de indígenas na história. Talvez cinco episódios sejam pouco. Acho que a trama renderia mais e não precisaria terminar de forma tão precipitada.





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