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Back to Black: não vai longe, mas não é abominável

Marisa Abela: na pele de Amy Winehouse


Li e ouvi tantos comentários negativos sobre Back to Black, mas que sabe que não achei tão ruim? O filme está em cartaz nos cinemas. É uma cinebiografia chapa-branca de Amy Winehouse (produzida pelo pai dela), mas gostei de saber algumas curiosidades, da recriação das músicas e da atuação de Marisa Abela. O documentário Amy é melhor? Com certeza. Mas qual registro real consegue superar uma visão ficcional?


Sou fã de Amy, acompanhei a carreira dela (sobretudo os últimos anos) e cheguei até a ir num festival de música em que ela era a principal atração. A voz não estava tão boa e o copo quase não saía das mãos.


O filme tem o defeito de não ir longe em quase nada. Dá para saber que ela era rebelde, começou a cantar profissionalmente aos 18 anos, seu primeiro disco não emplacou e virou estrela após ganhar vários Grammys, com o segundo álbum. O relacionamento com o marido, Blake Fielder (Jack O'Connell), foi cheio de altos e baixos.


O roteiro livra a barra de Fielder (conhecido por ter levado Amy às drogas pesadas) e do pai, que, pelo documentário, a empurrava cada vez mais para o trabalho enquanto ela precisava de descanso.


Resta, portanto, ver Marisa Abela soltando a voz (ou dublando) em sucessos como Valerie, Black to Black e Love Is a Losing Game. Me emocionei em alguns momentos, talvez por estar vendo a história de uma excelente cantora que perdeu a vida tão jovem. Amy tinha 27 anos quando foi encontrada morta em sua casa em Londres, em 2011.









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